16 de mar. de 2012

passeios na net


Passeios na Internet

Desde quando comecei a trabalhar como professor de inglês, numa escola no centro de Santo André, minha rotina tem sido a mesma. Há quatro meses que faço o trajeto trabalho-casa-casa trabalho.
Para mudar um pouco a rotina, frequento academia pela manhã, porém, não são todos os dias - quando eu tinha uns 16, 17 anos ia de segunda a sexta, mas aos 33 - três vezes por semana, está de bom tamanho. A bem da verdade é que pretendo manter-me saudável por toda a vida, de modo que não vou parar de me exercitar tão cedo.
Quando chego em casa quase às 23h, preparo uma janta e vou direto para o computador. Esses dias recebi uma proposta para morar em Florianópolis, ou seja, fico até de madrugada a surfar na internet a fim de pesquisar informações da ilha. Também envio e-mails, leio algumas notícias, atualizo informações em redes sociais - esta pauta mesmo, pra falar verdade costumo escrever sexta de manhã. Bem, eu acordo nove ou dez horas todos os dias.
O dito popular: “Quem tem boca vai à Roma” é coisa do passado, agora é: “Quem tem google vai onde quiser”. Sim, pois esse gigante da net tem uma ferramenta chamada 'google maps', mas se você pensa que são apenas informações sobre as localizações geográficas dos lugares situados no globo, engana-se . É bem mais que um simples atlas digital.
Vá à página principal do google, clique no link 'mapas', lhe abrirá um desenho da América Laina - você pode digitar a cidade que bem entender no espaço, exemplo: Roma. Na figura desse mapa, do lado esquerdo superior existe um traço vertical com uma pequena barrinha. Para baixo é menos zoom, ou seja, na tela do seu computador, quanto menos zoom vcê der, mais cidades, estados, países, oceanos aparecerão. Para cima significa zoom aproximado, de modo que você pode fazer esse movimento a fim do local manter-se bem restrito em seu coputador.
Acima da barra vertical há um pequeno desenho de um menininho amrelinho. Arraste-o até o local desejado no mapa. Pronto, você chegou a Roma sem usar a boca. Os pontinhos azuis que aparecem, representam fotos às quais podemos nos impressionar com a beleza do local. O traçado azul sobre ruas e avenidas, por exemplo, representam trechos que a empresa google rastreou – e é exatamente por esses caminhos que podemos dirigir sem sermos multados na contra-mão. Pode-se também passar em semáforo vermelho e, se quiser estacionar fora do acostamento, não há problema. Lembre-se: não é nada parecido com video-game. São rotas traçadas e rastreadas que funcionam via satélite pela maior empresa da internet.
Visitei a Torre de Pisa. Fica lá na praça Piasa Del Duome, próximo de umas das principais avenidas de nome Via Contessa Matilde. Enquanto eu andava por lá, uma porção de gente me fez 'chao', estava sol e na praça havia muitas pessoas sentadas a papear. Alguns locais de comes e bebes ficam, literalmente, na rua – e não na calçada. Passei também pelo Battistero, que é um monumento romano-gótico de 1196, mas não pude tomar um café ou me sentar na grama como todos, pois eu não estava lá fisicamente. Daqui da cadeira posso conhecer os 191 países do planeta. E isso pode ser uma desvantgem, visto que devo gastar muito tempo até conhecer tudo.
Vai ver é por isso que durmo às três da manhã toda madrugada.

Quando a útima árvore for cortada; o último rio envenenado; o último peixe pescado – só então o homem descobrirá que dinheiro não se come.” - provérbio hindu.

2 de mar. de 2012

A força de um trabalho




Japoneses, judeus, chineses, alemães, ucranianos, latinos, ibéricos, hispânicos – muitos já foram discriminados pela raça ou religião, mas para um grupo de pessoas em que remam num mesmo barco e fazem parte da mesma equipe, os preconceitos devem fazer parte do passado.
Imaginem um grupo de militares que vão a um lugar enfrentar um inimigo determinado e corajoso, em um local chamado Vale da Sombra da Morte – e esse nome pode ser a metáfora para todos nosso anti-heróis aos quais temos que combater a fim de ganhar a batalha da vida! Nesse local cada um protegerá o homem ao lado, independentemente de raça, cor, credo, classe social, idade ou gênero sexual- e ele te protegerá.
O líder desse grupo não consegue garantir que todos saiam dessa batalha vivos, mas o verdadeiro líder jura perante ao grupo, que ele será o primeiro a pisar no campo de batalha e o último a sair, e que todos voltarão para casa – vivos ou mortos – ainda que isso lhe custe a propria vida!
Porque um líder, cujo caráter é sua maior força-guia, não deixa ninguém para trás.

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Era uma vez, na Índia, uma árvore que foi derrubada no meio de uma das principais vias da cidade. Por causa dos ventos fortes, os enormes troncos não eram páreos para a tempestade anunciada. A bagunça instalou-se em meio à toda urbanidade anárquica, uns discutiam com os outros, brigavam, gritavam, mas toda a confusão não era suficiente para fazer a árvore sair da pista. Ninguém passava, ninguém atravessava, ninguém andava.
Havia um ônibus escolar com algumas crianças. Um dos meninos colocou a cabeça para fora a fim de ver a confusão das ruas, percebeu que havia um tronco atravessado. Com mochila e tudo desceu do ônibus, porém, assim que saiu começou a chuva. O garoto se dirigia em direção ao enorme tronco, enquanto todos se abrigavam da maneira que podiam, seja dentro de suas casa, nas lojas, abrigos ou pontes, de modo que muitos permaneceram dentro de seus veículos para não se molharem.
Logo quando o menino chegou perto do tronco, a chuva tornou-se ainda mais forte, ele jogou sua mochila no chão enlamaçado e, com toda a força que Deus lhe deu, empurrou a árvore do chão, mas sua força era insuficiente, porém ainda assim tentava.
Os amigos da escola perceberam seu esforço e foram ajudá-lo. Eram uns dez garotos a empurrar o tronco sob forte chuva. Em vão. Alguém saiu de dentro de uma loja para ajudar também, outras duas pessoas saíram do abrigo de suas casas afim de empurrar o tronco. Um homem que estava com sua família dentro do carro tirou o cinto de segurança, olhou para a esposa, acenou a cabeça e saiu sem medir a chuva. Os caminhoneiros também ajudaram, e, logo não se via mais a cor do tronco de tanta gente ao redor que fazia tremenda força para tirar objeto dali.
Força de espírito e perseverança atingem o objetivo e, ao mesmo tempo em que o fluxo começa a andar, eis que o sol raia seu brilho num céu azul. O menino fez o que podia e todos fizeram sua parte.

Todas as limitações auto-imposta” - autor desconhecido

17 de fev. de 2012

coragem, eu sei que você é capaz.





Essa é uma história que aconteceu no tempo da escravidão. Muitos negros tinham a vontade de fugir do regime ao qual seus “donos” lhes maltratavam. Muitos não faziam, pois seriam condenados, seja morte, seja `a chibatadas, ou qualquer que fosse a punição. Para evitar fugas, carrascos eram espalhados por todas as fazendas, como vigias.
Mas Escarlet era difrente. Dotada de uma força divina que somava fé à coragem, ela fugiu. Seus irmãos queriam acompanhá-la, mas disse-hes para ficar, pois seria uma empreitada longa, cansativa, e que exigia muito esforço, e o que Escarlet menos queria era que seus irmãos fossem encontrado sujeitos à condenações e castigos. Deixou-os com a promessa de um dia voltar e salvá-los, bem como todo o grupo de escravos.
O destino de Escarlet era um local onde ela sabia que existiam escravos, pois ela havia saido desse local e sido vendida para o lugar de onde havia fugido. Na fazenda de seu destino encontrava-se sua mãe e era lá para onde Escarlet rumava. Não havia muita estratégia em seu plano de fuga, de modo que o planejamento era improvisado a cada passa dado e descobriu que seria melhor andar à noite quando os capangas estariam dormindo, e descansar durante o dia. Enfrentava florestas; terrenos alagadiços; desertos secos; noites chuvosas; comia vegetais, insetos e com frequencia escalava montanhas para observar onde poderia rumar. Pro Norte de preferência, e, para isso, as estrelas eram suas fies menssageiras. A Estrela do Norte sempre havia de estar lá, e era assim que Escarlet salvaria sua mãe.
Depois de tanto caminhar, ela atravessou a linha que pertencia às fazendas escravocratas. Agora poderia ficar um pouco mais tranquila, pois já etsava fora da fronteira de seus 'donos', porém, ainda com muito cautela já que os brancos do vilarejo conseguiam reconhecer que havia alia uma fugitiva.
Escarlet, entre seus vinte e vinte cinco anos, já era bem experiente e sabia que, numa certa casa, vivia um negro que havia fugido e morava ali. Tocou à porta e, pela janela, veio um homem branco. Escarlet perguntou pelo rapaz e ouviu-se uma seca resposta: “Foi comprado”. Nesse momento já caia a noite e, junto a ela, também a chuva. Sem lugar onde ficar tentou se econder numa viela próximo ao depósito de lixo onde, ao menos, estaria abrigada da chuva e ninguém a descobriria. Sabia que o branco ranzinza a havia denunciado às autoridades feudais, e que estava sendo procurada, mas precisava encontrar sua mãe. Era madrugada quando a chuva pasou, ela continuou sua caminhada o que significaria atravessar uma longa ponte a fim de chegar numa ilha com altos capinzais. Era esse seu lugar de destino. A ilha pertencia aos donos dos escravos e, ali, Escarlet tinha que tomar muito cuidado.
O dia veio à luz. Escarlet fez sua cama nos capins. Vigias já sabiam da presença de uma negra ali, de modo que à noite conseguiu capturar sua mãe: -Filha existe um grupo de escravos que fugiram para o alto da montanha no pé do capoeirão, e estão dentro de uma capela, próximo à senzala.
E pra lá rumaram, ao chegar na capela os escravos estavam muito maltratados. Havia um cesto com bebês gêmeos que choravam sem fôlego. Demodo que necessitavam sair da capela urgentemente. Um homem já idoso que tinha posses de terra nos arredores e era mulato sabia do esconderijo do grupo, mas não sabia com certeza qual era o exato local e, próximo à capela bradou: -Existe uma carroça numa fazenda acerca do pé da serra, com um cavalo a lhe esperarem. Fujam!
Não era apenas uma carroça, mas uma carroça cheia de suprimentos alimentícios e caixas de primeiros socorros. Fugriam sem que o vilarejo nunca mais ouvissem deles falar. O único a quem Escarlet reencotrou foi o moço que lhe emprestara a carroça. Ela a devolveu juntamente com o cavalo, mas o o velho e bondoso homem recusou. O presente foi bem-vindo.
A história segue que Escarlet conseguiu recapturar seus irmãos e que os bebês gêmeos fizeram-se moça saudáveis.

"O sucesso e o amor preferem o corajoso." - Ovídio (43 a.C.17 d.C.), poeta romano.

10 de fev. de 2012

Era uma vez na Holanda







A Holanda é um país baixo, onde o mar fica num nível mais alto, o que justifica a existência de diques que são muros altos para conter as águas que vem do Mar do Norte. Até mesmo crianças sabem que qualquer furo em um dos muros de contenção pode prejudicar o país inteiro.
Havia um menino que morava ali próximo, cujo pai era responsável pelas comportas dos diques. O garoto tinha um amigo cego que morava do outro lado do dique e, numa manhã do início da primavera, sua mãe lhe ordenou: “vá levar esses pães para seu amigo cego, filho” O menino ficou contente com a tarefa, e lá foi ele a passear uns bons três quilômetros por caminhos que incluiam bonitas fotografias e coelhos a roerem na relva.
Qaháagora essas águas zangadas não mais vão infiltrar aqui pra dentro” contentou-se
Ao chegar à casa do colega, o garoto contou o que viu pelos floridos campo e as belezas do lugar. Já de retorno para sua casa, ainda parou num mirante próximo aos diques a fim de observar o infinito oceano até onde a vista não mais alcançava. Ao sinal das primerias estrelas num entardecer que anunciava uma noite fria, o garoto pô-se em retirada, pois foi quando ouviu um ruido de algo que parecia o som de gotejos. O barulho vinha lá de baixo, desceu as encostas nas laterais dos diques e viu um furo que vazava água gota a gota. Não pensou duas vezes e tapou-o com o indicador.
Porém, já estava bem escuro, e o menino gritava por socorro: “por favor, alguém me escuta? estou aqui embaixo no dique”. Mas ninguém passava por ali. O garoto pensou na beleza do lugar; pensou em sua família, seu pai, sua mãe e seus irmãos que estavam em casa. “Custe o que custar não vou sair daqui, até que alguém chegue.” Seu braço começou a ficar dormente, seu corpo já estava cansado, havia trocado de do uma porção de vezes. Reclinou-se no muro, e sentou-se com o braço estiocado para cima.
Sua mã estava furiosa, pois imaginara que o filho dormira na casa do amigo sem permissão. A mãe saiu a procurá-lo, demodo que não obteve sucesso. O frio tomava conta do local, e o menino não estava agasalhado. Clamava por socorro, pendeu a cabeça e pensou: “não vou dormir, e não vou tirar o dedo daqui até que alguém chegue”.
No dia seguinte pela manhã, um moço que chegava para trabalhar, avista o menino cabisbaixo encostado no dique: “Ei menino! O que faz dormindo aí? Está doente? ele olhou para cima e: “Pai, é você? Que bom! Estou com o dedo num furo para a água não passar.” Logo o pai improvisou uma pá e o cimento, os dois se abraçaram e o garoto voltopu para casa, no aconhegao do lar. Ficou conhecido como 'o garto que salvou uma nação'.
A perseveraça é superior a muitas coisas e é justamente essa virtude que nos faz atingir nossos bjetivos e, com o tempo, superam e destroem as mais poderosas forças.


O tempo é amigo e protetor daqueles que usam o juízo para aguardar a melhor ocasião e é inimigo destruidor daqueles que se adiantam sem pensar” Plutarco (46 ac – 120 ac) historiador, biógrafo, juíz grego.

20 de jan. de 2012

Crônicas de uma historia sobre responsabilidade





O cérebro humano evoluiu de forma a sempre advogar a favor de si próprio. Somos os mais devotos defensores de nós mesmos. A primeira reação ao sermos confrontados com o fato de termos feito algo ruim é tentar convencer a nós mesmos e depois aos outros de que aquilo não foi tão grave. A segunda é transferir a responsabilidade.
Era uma vez um líder de uma tribo que comandava dezenas de soldados. Eles vivam da caça para comer e conquistavam seus territórios por meio de lutas armadas e com ameaças físicas empunhados de instrumentos bélicos, muitas vezes manufaturados.
Certa feita quando saíram para caçar na selva andaram por toda a floresta, mas a empreitada não resultou sucesso satisfatório. O líder, cujos punhos, pairava seu estimado falcão, resolveu tentar pegar outro caminho a fim de encontrar as melhores presas, e disse aos seus homens que retornassem ao acampamento.
O caminho que escolhera para que não voltasse de mãos vazias incluia passar pelo deserto, foi quando em determinado momento, no fim daquela tarde quente, ele avistou uma encosta rochosa por onde pingos d`água atravessavam, ao que sacou seu cantil e o posicionou sob a fina cachoeira gotejante. Depois de muito esperar, ele já estava a levar à boca e foi quando seu gavião, num vôo rasante, encostou em sua mão e derrubou a água.
  • Seu falcão malvado. Por que agiste de tão absurdo ato?
E eis que o homem, novamente, encheu seu cantil gota a gota e quando estava a beber, sua ave de estimação derramou pela segunda vez.
- Não te atrevas a fazeres isso de novo, senão passo lhe o facão e você não mais me pertubarás. De modo que ele estava com tanta sede que, dessa vez, não esperou encher tudo e, quando a água estava na metade do recipiente, se preparava para levar à boca ao que o falcão desperdiçou o líquido. O moço enfurecido não aguentou, lhe passou o facão. O pássaro jazia morto no chão do deserto, pois. Pensou:
- Quer saber, vou escalar essa rocha, encher esse cantil e beber quanta água eu quiser.
Ao chegar no topo da pedra, cansado, suado, sem energia, viu de fato o poço de água, com o detalhe que ali boiava uma falecida serpente cujo veneno se misturava à fonte.
- Puxa vida, o falcão até tentou me avisar, mas eu o ignorei, agora fiquei sem ele e sem a água.
Nosso cérebro quer sempre nos quer fazer acreditar que se agimos mal foi porque fomos provocados. A maioria dos indivíduos que cometem atos perversos não enxerga tanta maldade.

Todos conquistam o que desejam, mas nem sempre se satisfazem com isso” do filme As Crônicas de Nárnia.

13 de jan. de 2012

O homem sábio



Num passado distante, os Sábios eram os gurus dos reinos e havia um que, para se aproximar de seu povo, dava expediente no deserto sob a sombra de um coqueiral defronte a um lago, sempre sentado numa esteira com as pernas cruzadas. Era baixinho e com longas barbas brancas, fazia fila para que ele tirasse as dúvidas do povo. Perguntou um homem:
-Senhor: Existe uma coisa na natureza que não tem razão de ser. -E o que é? - É o horizonte, continuou o homem... é muito estranho, pois se eu caminho dez metros ele se afasta de mim, se caminho 500 metros ele vai ficando distante os mesmos 500 metros, se ando dez quilômetros, nunca vou encontrá-lo. Pra que, então, existe o horizonte mestre?
- mas é justamente para isso que o horizonte existe, meu filho... para fazê-lo caminhar.
O próximo na fila era alguém com muita inveja do sábio e estava ali para insultá-lo, ao que falou palavras de baixo calão, atirou pedras em direção ao mestre, cuspiu ao chão, ameaçou de batê-lo, deferiu calúnias, enfim, desconcertou e tentou destruir a figura daquele experiente sábio. Ao final, foi embora sem justificativas, de modo que o velho ficou imóvel sem falar nada. Os próximos da fila estranharam tal comportamento, de maneira que eles eram viajantes que, ao conhecer a sábia reputação do mestre queriam mudar para aquele vilarejo tão espirituoso, ao que perguntaram:
-Mestre, eu venho de um lugar que só tem pessoas mal caráter, inescrupulosas e sem educação. Quais tipos de pessoas que posso encontrar neste vilarejo? -As mesmas que habitavam o local de onde você saiu, simplifiou o mestre. O outro perguntou: -E eu venho de um lugar onde as pessoas são boas, respeitosas e muito alegres. -Qual o tipo de pessoas deste povoado? -As mesmas que você encontrou por lá, disse.
E os dois indagaram se era realmente possível dar a mesma resposta para perguntas diferentes, ao que o mestre afirmou: - Cada um carrega no seu coração o meio ambiente em que vive. Aquele que nada enconta de bom nos lugares por onde passa, não poderá encontrar outra coisa por aqui. Aquele que encontra amigos, também os encontrará aqui. Todo homem é um milagre e traz em si uma evolução.
No dia seguinte, a agenda estava reservada para um comício nas montanhas. E o mestre perguntou ao povo: -Senhores, se alguém chega até vocês com um presente, e vocês não aceita, a quem pertence o presente? Em coro responderam: -A quem tentou entregá-lo, mestre. E referindo-se ao acontecimento do dia anterior em que foi insultado, concluiu:
-O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos. Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo. Vossa paz interior depende exclusivamente de vocês. As pessoas não podem lhe tirar a calma. Só se você permitir.
Cada um encontra na vida exatamente aquilo que traz dentro de si. O presente e o futuro somos nós que criamos”. – autor desconhecido.

6 de jan. de 2012

Desafio de pai



Era uma vez um cavalo que voltava para sua casa cansado e com fome, no caminho encontrou um filhote de leão que tentava alcançar algumas maçãs do pé, ao que falou: –Seu cavalo, seu cavalo, por favor, me ajuda aqui, gostaria de pegar aquelas maçãs para comer. –Oh meu amigo leãozinho desculpe, eu posso ser maior que você, porém, tampouco, alcanço as maçãs, elas estão muito altas, aliás, o que você faz aqui sozinho? -Eu saí de casa para passear, e, um dia, vi minha mãe subir com a maior agilidade numa árvore, e agora estou tentando fazer igual, mas não consigo. -Ok, espere um pouco que vou chamar uma amiga. Depois de alguns minutos o cavalo aparece com uma girafa, ela pega a maçã, entrega ao leãozinho que fala: Obrigado amigos, mas eu estou perdido, e não sei o caminho de casa, será que vocês podem me levar até lá? –Onde é sua casa? quis saber o cavalo. -É lá no vale do reino. Ao chegarem no Vale do Reino, avistaram um castelo imenso, o leãozinho prontificou-se: –Olha ali, é lá que eu moro. -Mas ali é a casa do Chefe das Montanhas, surpreendeu-se o cavalo. -Sim ele é meu pai, e vocês estão convidados a entrar. A girafa e o cavalo ficaram boquiabertos, o leão pai ensinou seu filho o valor de respeitar os pais, a fim de não sair de casa sem avisar. O cavalo e a girafa a participaram de um lauto banquete. Enfartaram-se de comida e todos viveram felizes para sempre.”
Essa é uma das histórias que conto para meus filhos, e não é só na hora de dormir, sempre que tenho possibilidade procuro entretê-los de modo a aguçar os sentidos criativos. Eles gostam de livros, mas como não sabem ler, então compreendem só figuras. O Pedro de quatro anos, já começa a entende algumas letras, principalmente o 'P' de Pedro.
Eu tenho a impressão que gasto mais tempo no trabalho a que educá-los, e já que meus planos foram prorrogados, então devo esperar uns bons anos até se tornarem mais independentes. Até às vinte dua shoras eles já estão na cama, e então essa é minha deixa para fazer coisas pessoais, como trabalhar no computador, ler um livro, ver um filme - às vezes não faço nada disso e resolvo dormir – de modo que, durante a madrugada perco muito tempo, mas tenho sono, fazer o quê... Já tive oportunidade de colocar Lorenzo em agência, como criança-propaganda, mas não achei boa ideia, já que eu não teria tempo hábil a fim de esperar horas na fila de uma gravação de um comercial - além do que compromete os etudos.
Para uma família que mora numa cidade, cujo custo de vida é o mais alto do país, o desafio é financeiro. Se você não tem saúde, não pode trabalhar. Se você não trabalha, não pode ‘comprar’ saúde. São duas partes da vida do ser humano que andam juntas, porém, uma coisa que difere o desenvolvimento da crianças, é, sem dúvida, a educação. O desafio de pai está lançado!


Esqueça os tempos de aflição, mas nunca esqueça o que eles lhe ensinaram.” – autor desconhecido.