10 de fev de 2012

Era uma vez na Holanda







A Holanda é um país baixo, onde o mar fica num nível mais alto, o que justifica a existência de diques que são muros altos para conter as águas que vem do Mar do Norte. Até mesmo crianças sabem que qualquer furo em um dos muros de contenção pode prejudicar o país inteiro.
Havia um menino que morava ali próximo, cujo pai era responsável pelas comportas dos diques. O garoto tinha um amigo cego que morava do outro lado do dique e, numa manhã do início da primavera, sua mãe lhe ordenou: “vá levar esses pães para seu amigo cego, filho” O menino ficou contente com a tarefa, e lá foi ele a passear uns bons três quilômetros por caminhos que incluiam bonitas fotografias e coelhos a roerem na relva.
Qaháagora essas águas zangadas não mais vão infiltrar aqui pra dentro” contentou-se
Ao chegar à casa do colega, o garoto contou o que viu pelos floridos campo e as belezas do lugar. Já de retorno para sua casa, ainda parou num mirante próximo aos diques a fim de observar o infinito oceano até onde a vista não mais alcançava. Ao sinal das primerias estrelas num entardecer que anunciava uma noite fria, o garoto pô-se em retirada, pois foi quando ouviu um ruido de algo que parecia o som de gotejos. O barulho vinha lá de baixo, desceu as encostas nas laterais dos diques e viu um furo que vazava água gota a gota. Não pensou duas vezes e tapou-o com o indicador.
Porém, já estava bem escuro, e o menino gritava por socorro: “por favor, alguém me escuta? estou aqui embaixo no dique”. Mas ninguém passava por ali. O garoto pensou na beleza do lugar; pensou em sua família, seu pai, sua mãe e seus irmãos que estavam em casa. “Custe o que custar não vou sair daqui, até que alguém chegue.” Seu braço começou a ficar dormente, seu corpo já estava cansado, havia trocado de do uma porção de vezes. Reclinou-se no muro, e sentou-se com o braço estiocado para cima.
Sua mã estava furiosa, pois imaginara que o filho dormira na casa do amigo sem permissão. A mãe saiu a procurá-lo, demodo que não obteve sucesso. O frio tomava conta do local, e o menino não estava agasalhado. Clamava por socorro, pendeu a cabeça e pensou: “não vou dormir, e não vou tirar o dedo daqui até que alguém chegue”.
No dia seguinte pela manhã, um moço que chegava para trabalhar, avista o menino cabisbaixo encostado no dique: “Ei menino! O que faz dormindo aí? Está doente? ele olhou para cima e: “Pai, é você? Que bom! Estou com o dedo num furo para a água não passar.” Logo o pai improvisou uma pá e o cimento, os dois se abraçaram e o garoto voltopu para casa, no aconhegao do lar. Ficou conhecido como 'o garto que salvou uma nação'.
A perseveraça é superior a muitas coisas e é justamente essa virtude que nos faz atingir nossos bjetivos e, com o tempo, superam e destroem as mais poderosas forças.


O tempo é amigo e protetor daqueles que usam o juízo para aguardar a melhor ocasião e é inimigo destruidor daqueles que se adiantam sem pensar” Plutarco (46 ac – 120 ac) historiador, biógrafo, juíz grego.

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