2 de mar de 2012

A força de um trabalho




Japoneses, judeus, chineses, alemães, ucranianos, latinos, ibéricos, hispânicos – muitos já foram discriminados pela raça ou religião, mas para um grupo de pessoas em que remam num mesmo barco e fazem parte da mesma equipe, os preconceitos devem fazer parte do passado.
Imaginem um grupo de militares que vão a um lugar enfrentar um inimigo determinado e corajoso, em um local chamado Vale da Sombra da Morte – e esse nome pode ser a metáfora para todos nosso anti-heróis aos quais temos que combater a fim de ganhar a batalha da vida! Nesse local cada um protegerá o homem ao lado, independentemente de raça, cor, credo, classe social, idade ou gênero sexual- e ele te protegerá.
O líder desse grupo não consegue garantir que todos saiam dessa batalha vivos, mas o verdadeiro líder jura perante ao grupo, que ele será o primeiro a pisar no campo de batalha e o último a sair, e que todos voltarão para casa – vivos ou mortos – ainda que isso lhe custe a propria vida!
Porque um líder, cujo caráter é sua maior força-guia, não deixa ninguém para trás.

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Era uma vez, na Índia, uma árvore que foi derrubada no meio de uma das principais vias da cidade. Por causa dos ventos fortes, os enormes troncos não eram páreos para a tempestade anunciada. A bagunça instalou-se em meio à toda urbanidade anárquica, uns discutiam com os outros, brigavam, gritavam, mas toda a confusão não era suficiente para fazer a árvore sair da pista. Ninguém passava, ninguém atravessava, ninguém andava.
Havia um ônibus escolar com algumas crianças. Um dos meninos colocou a cabeça para fora a fim de ver a confusão das ruas, percebeu que havia um tronco atravessado. Com mochila e tudo desceu do ônibus, porém, assim que saiu começou a chuva. O garoto se dirigia em direção ao enorme tronco, enquanto todos se abrigavam da maneira que podiam, seja dentro de suas casa, nas lojas, abrigos ou pontes, de modo que muitos permaneceram dentro de seus veículos para não se molharem.
Logo quando o menino chegou perto do tronco, a chuva tornou-se ainda mais forte, ele jogou sua mochila no chão enlamaçado e, com toda a força que Deus lhe deu, empurrou a árvore do chão, mas sua força era insuficiente, porém ainda assim tentava.
Os amigos da escola perceberam seu esforço e foram ajudá-lo. Eram uns dez garotos a empurrar o tronco sob forte chuva. Em vão. Alguém saiu de dentro de uma loja para ajudar também, outras duas pessoas saíram do abrigo de suas casas afim de empurrar o tronco. Um homem que estava com sua família dentro do carro tirou o cinto de segurança, olhou para a esposa, acenou a cabeça e saiu sem medir a chuva. Os caminhoneiros também ajudaram, e, logo não se via mais a cor do tronco de tanta gente ao redor que fazia tremenda força para tirar objeto dali.
Força de espírito e perseverança atingem o objetivo e, ao mesmo tempo em que o fluxo começa a andar, eis que o sol raia seu brilho num céu azul. O menino fez o que podia e todos fizeram sua parte.

Todas as limitações auto-imposta” - autor desconhecido

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